Crédito: European Southern Observatory (ESO).
Telescópio: Very Large Telescope - Kueyen (Paranal Observatory, ESO).
Instrumento: FOcal Reducer/low dispersion Spectrograph 2 (FORS2).
Esta nebulosa, também conhecida por 30 Doradus, ou ainda pelo número de catálogo NGC 2070, encontra-se na constelação do Dourado e pertence à Grande Nuvem de Magalhães, uma das nossas galáxias satélite, a uma distância de 170 000 anos-luz. Esta nebulosa é uma das regiões de formação estelar mais extensas que se conhecem no nosso Grupo Local de galáxias. Começou por ser catalogada como uma estrela, mas foi depois reconhecida como nebulosa pelo astrónomo francês A. Lacaille, em 1751-1752. A nebulosa da Tarântula é a única nebulosa extragaláctica que pode ser observada à vista desarmada. No seu centro, encontra-se um aglomerado estelar aberto, R 136, contendo muitas das estrela maiores, mais quentes e com maior massa que se conhecem. Esta imagem, obtida com o telescópio Kueyen de 8,2 m de diâmetro do VLT em 2000 é uma composição de 3 exposições nos filtros B (30 s, qualidade de imagem de 0,75 segundos de arco), V (15 s, qualidade de 0,70 segundos de arco), e R (10 s, qualidade 0,60 segundos de arco).
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